Somos Todos Responsáveis

Mães e pais no mundo todo estão preocupados com a influência das mídias na formação dos filhos. Crianças experimentam as novidades antes. Se você acha que estimulá-las e protegê-las é responsabilidade de todos, participe da nossa campanha.

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Debate sobre publicidade infantil deve ser amplo e não restrito a um grupo

O presidente da BorghiERH/Lowe, José Borghi, diz que o tema publicidade infantil deve envolver toda a sociedade e não pode ser decidido por um pequeno grupo. Segundo ele, isso pode levar a um retrocesso no processo democrático, principalmente diante da ideia de proibição. Borghi ressalta o trabalho do Conar e afirma que quando cria um anúncio se coloca no papel de pai.

Publicidade amplia a possibilidade de escolha, diz Musa da Ogilvy

O CEO da Ogilvy, Luiz Fernando Musa, destaca que o setor publicitário assumiu a sua responsabilidade com o conteúdo que publica ao criar um instrumento de controle dos anúncios que é o Conar. Isso, ele diz , é uma das provas de maturidade do setor no Brasil. Veja seu depoimento →

Loducca mostra a melhor forma de conviver com a publicidade infantil

O sócio e presidente da agência Loducca, Celso Loducca, afirma que a melhor forma de conviver com a publicidade infantil é educar as crianças a não consumirem produtos anunciados em propagandas abusivas. Segundo ele, é preciso que as crianças se relacionem com tudo o que existe em vez de tentar proibir o relacionamento das marcas com as pessoas. É assim que ele diz fazer com seu filho

Conar é muito rigoroso, ainda mais com a publicidade infantil

O presidente da Associação dos Profissionais de Propaganda (APP), Enio Vergeiro, ressalta que há muita responsabilidade no trabalho da propaganda, principalmente quando se trata da publicidade infantil. Segundo ele, o Conar é muito rigoroso na fiscalização dos anúncios, ainda mais os que são voltados para crianças.

Publicidade garante independência do jornalismo, diz CEO da Leo Burnett

Além do debate sobre a publicidade infantil, o presidente da agência Leo Burnett no Brasil, Paulo Giovanni, propõe a discussão também sobre os produtos feitos para as crianças. Ele é contra qualquer censura à publicidade, que seria também uma forma de censurar o jornalismo.

Publicidade como forma de proteger e preparar crianças para o futuro

O fato de a publicidade infantil ser feita por profissionais que são pais, mães, avós, tios e tias é uma garantia de que não se esconde nessa atividade uma pretensa ação diabólica para prejudicar crianças. É o que diz o CEO da Euro RSCG, Armando Strozenberg, veja seu depoimento:

Papel da propaganda é seduzir, mas com responsabilidade

O presidente da agência DM9DDB, Sérgio Valente, diz que a propaganda é um vilão fácil para quem não que ver que a sociedade como um todo é responsável pelos cidadãos que forma. Segundo ele, toda informação que chega às crianças influencia, e se por isso querem proibir a propaganda seria preciso também censurar pais, escolas, parentes e amigos das crianças porque todos influenciam. Veja seu depoimento →

Publicitário sabe que influencia e tem responsabilidade por isso

O publicitário Márcio Oliveira, vice-presidente da LewLara e pai de gêmeas, garante que não vai produzir propaganda que possa prejudicar suas filhas de quatro anos. Ele se diz contra a ideia de se proibir a publicidade infantil porque é uma forma também de restringir profissionais responsáveis de levar uma mensagem séria para as crianças. Veja seu depoimento →

Conar é extremamente rigoroso com a publicidade infantil, diz Stalimir Vieira

O publicitário, professor e escritor Stalimir Vieira diz que é preciso tomar cuidado com quem defende boas causas para convencer sobre atitudes não democráticas, como a proibição da publicidade infantil. Segundo ele, o Conar já é bastante rigoroso quando se trata de propaganda voltada para crianças. Veja seu depoimento →

Conar é a prova do amadurecimento da publicidade, diz Bob Costa

O sócio da agência Nova/SB, Bob Vieira da Costa, considera a persuasão como matéria-prima do publicitário e diz que é fundamental que existam limites e regras para essa atividade, principalmente quando se fala de publicidade infantil. No entanto, ele diz que já existe a autorregulamentação do setor, cuja aplicação se deve ao Conar, “que exerce um papel absolutamente democrático, aberto, transparente, envolvente de toda a sociedade”. Veja seu depoimento →