Somos Todos Responsáveis

Mães e pais no mundo todo estão preocupados com a influência das mídias na formação dos filhos. Crianças experimentam as novidades antes. Se você acha que estimulá-las e protegê-las é responsabilidade de todos, participe da nossa campanha.

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“A proibição da publicidade infantil é inconstitucional”, diz professor da PUC-SP

O professor de Direito Constitucional da PUC-SP e do Mackenzie André Ramos Tavares explica que a restrição da veiculação de propaganda voltada para crianças das 7h às 22h, como é discutida no Congresso, fere a liberdade de expressão prevista na Constituição. Segundo ele, a restrição em um período tão longo já se caracteriza uma proibição o que não é permitido pela lei brasileira. Veja o depoimento →

Crianças acessam a publicidade em diversos meios não só na televisão

A advogada Monica Heine acredita que a proibição na TV não tem nenhum efeito pois existem diversas formas de as crianças terem acesso ao que as empresas anunciam para elas. Segundo a advogada, a publicidade infantil está presente na escola, com os amigos, parentes, na rua, enfim em qualquer meio social. Ela defende que quem produz algum tipo de produto regularizado para crianças tem o direito de vendê-lo e anunciá-lo dentro das normas existentes e não se deve proibir esse direito.Veja o depoimento →

Orientação em casa é mais influente que a publicidade infantil

A advogada Vera Lúcia da Silva Ramos acredita que não há mal algum em deixar uma criança ter acesso à publicidade infantil. Segundo ela, seu filho foi criado com liberdade para assistir televisão e às propagandas voltadas para crianças e nem por isso se tornou um consumista. Para Vera Lúcia, o que importa é a orientação que os filhos recebem em casa. Veja o depoimento →

Proibir a publicidade infantil pode levar a uma desproteção da criança

Para serem formadoras de opinião no futuro, as crianças de hoje precisam ter acesso à informação e ter orientação para distinguir o que é certo e errado. A opinião é do advogado Maximilian Fierro Paschoal, especialista em defesa do consumidor e sócio de um dos escritório mais conceituados do Brasil, o Pinheiro Neto Advogados.Leia mais

Televisão e a publicidade fazem parte da vida das crianças, diz advogada

A advogada Immaculata De Lulis, mãe de três filhos e avô de três netos, não é a favor de uma proibição da publicidade infantil. Ela diz que a televisão faz parte da vida das crianças e o que precisa ser introduzido na vida delas e o sim e o não. Segundo ela, esse público precisa saber o que é compatível e não compatível entre as coisas veiculadas pela televisão, entre elas a publicidade infantil. Veja o depoimento →

Publicidade é um elemento de educação, diz presidente nacional da OAB

O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, afirma que a sociedade tem muito mais a ganhar inserindo a publicidade na liberdade de expressão, sempre restringindo qualquer mau uso dessa ferramenta.. Ele diz que se os pais observarem exageros da propaganda podem procurar a OAB, o Ministério Público e o Conar para que haja assim um controle da publicidade. Veja seu depoimento →

Proibição da publicidade não é o melhor caminho, afirma D´Urso da OAB-SP

O presidente da seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, Luiz Flávio Borges D´Urso, defende o debate amplo sobre a publicidade infantil como forma de aprimorá-la. Ele diz que esse debate deve servir para se analisar se as regras existentes hoje são suficientes ou precisam ser aperfeiçoadas. D´Urso entende que proibi-la não é o melhor caminho →

Proibir a publicidade infantil fere a Constituição do Brasil, diz advogada

A advogada Fátima Regina Feitosa diz que a educação vem de berço e são os pais que devem determinar as proibições ao que o filho pode assistir ou não. Segundo ela, quando se fala em probibir a publicidade ou outras formas de comunicação está se ferindo a Constituição brasileira no que se refere à liberdade de expressão. Veja o depoimento →

Conar está a serviço da publicidade honesta e verdadeira, diz Leifert

O consumidor que se vê diante de um anúncio mentiroso ou ofensivo tem a prerrogativa de denunciá-lo, afirma Gilberto Leifert , presidente do Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária). Ele conta que o órgão é formado por publicitários e outros representantes da sociedade, como advogados e médicos e já analisou mais de 7 mil propagandas. Veja seu depoimento →