Publicidade também traz campanhas esclarecedoras e não deve ser proibida

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O advogado Juvenal Tedesque da Cunha lembra que a publicidade, em especial a voltada para as crianças, já é regulamentada por entidades. Ele concorda que existem coisas boas e ruins na publicidade, mas diz que a maioria é positiva, como por exemplo as campanhas de informação e esclarecimento. Segundo ele, uma proibição impediria crianças e jovens de ter acesso a esse tipo de informação. Para o advogado, que é avô de cinco netos, cabe aos pais orientar o que os filhos devem ver. Juvenal Cunha está convicto de que a publicidade infantil deve continuar livre como é hoje.

Leia a íntegra do depoimento de Juvenal Cunha e veja o que pais e mães dizem sobre a publicidade infantil:

“ Meu nome é Juvenal Tedesque da Cunha e em relação a publicidade infantil, eu sou totalmente a favor e não vejo limitação, porque já existem entidades que regulamentaram essa publicidade, mas no entanto, quem deve orientar a criança são os pais, as mães, os avós. Veja bem, nessa área de imprensa, publicidade, existe o que é bom e o que é ruim e nessa faixa existem mais situações boas do que más. Então eu vejo como sendo muito positiva a publicidade, não vejo com bons olhos essa limitação em limitar a publicidade infantil das sete da manhã às 22h, porque afinal de contas, nesse período é que a criança e o jovem poderia ter acesso a alguma informação, como algumas campanhas, campanhas coerentes e necessárias de esclarecimento sobre alguns fatos. Então eu particularmente, na condição de pai e avô de cinco netos numa faixa etária variável, eu sou totalmente favorável a publicidade infantil, que compete a gente na condição de avô e nos meus filhos de pai e mãe, isso de público geral, limitar o acesso a algum tipo de informação que não venha a calhar com aquilo que seria ideal. Então a minha opinião, eu sou totalmente favorável a continuidade da liberdade de publicidade infantil, nos modos que é hoje.“

 

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