Pediatra é a favor da publicidade infantil e destaca relação familiar

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A pediatra Rafaela Pitanga é contra a ideia de se proibir a veiculação de publicidade infantil na TV. Segundo ela, não existe essa questão de a propaganda para crianças ser positiva ou negativa. Para a médica, o que importa é se a relação familiar é positiva. Neste caso, o que vem de fora da família não vai interferir muito.

Assista ao vídeo e veja a íntegra do depoimento da pediatra. Também conheça mais sobre a campanha Somos Todos Responsáveis:

A publicidade infantil é positiva sim. Nem sempre ela pode ser positiva ou negativa, eu acho que não tem que ter essa questão, esse critério. Eu acho que tudo é positivo quando a relação familiar é positiva. Se a relação família é positiva, então o externo não vai interferir muito, você tem que ter bases fortes em casa. E agora, proibir? Aí não, eu sou contra.”

 

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Comentários (4)

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  • Rafaela Pitanga comentou em 7 de fevereiro de 2012

    Proibir não faz crescer. Faz crescer criar o hábito de conversar, debater e desenvolver posturas críticas. Sejam elas favorecendo ou desfavorecendo algo. Cada família se desenvolve de uma forma. Não há padrão, mas há objetivo: boa convivência familiar e um crescimento saúdável para todos.
    Se os pais desaprovam alguma publicidade, não será a proibição a melhor resolução. E assim com qualquer outra coisa. Porque não usar dessa publicidade para conversar e pontuar os pontos favoráveis e desfavoráveis? Porque não dialogar acerca dela? Talvez assim possamos desenvolver uma maior postura crítica e estimular que nossos filhos discutam em casa também outros assuntos. Estaremos crescendo enquanto família.
    Mas um ponto também deve ser considerado: A grande diferença entre proibir e limitar. Os limites são e sempre serão muito bem vindos e cada núcleo familiar tem o seu. Está aí mais um bom ponto de debate social.
    Proibir X Limitar
    Vamos refletir!!!

  • Bruno de Salles O. Maddalena comentou em 8 de fevereiro de 2012

    De pleno acordo. O Estado não tem que intervir, participar da relação familiar e da educação que acontece dentro de casa. Infelizmente, cada vez mais o governo discute projetos e leis que "invadem" a relação pais-filhos. Por que será que o governo quer tanto tirar a responsabilidade dos pais e ter as crianças sob os cuidados estatais?

  • Mariane Pereira da Fonseca comentou em 8 de fevereiro de 2012

    Educação vem de berço, foi o que sempre ouvi a minha família dizer.
    O sistema sufoca o cidadão. Censura e ditadura já ficaram na história. Que país livre é esse que quer impor até mesmo o que nossas crianças assistem ou deixam de assistir? Se a gente deixar isso acontecer, o que mais vai virar lei daqui pra frente?
    O sistema tem de se preocupar com outros setores que estão muito mais sedentos de atenção. Chega de maquiar a democracia. Atitudes assim só fazem a gente ter vergonha de ser brasileiro e questionar sobre os verdadeiros direitos do cidadão.

  • Gabriel Attuy comentou em 9 de fevereiro de 2012

    Proibir a realização de uma atividade econômica, ou parte dela, é uma uma ação extrema. Acho que a experiência no Brasil e um outros países já mostrou que no mundo moderno a solução é que o governo ou agências públicas possam "regular" certos mercados, seja porque eles são vitais ao país ou porque exercem um impacto importante sobre a população. A propaganda já se enquadra nessa categoria. Proibir é pra quem não sabe regular.