Somos Todos Responsáveis

Mães e pais no mundo todo estão preocupados com a influência das mídias na formação dos filhos. Crianças experimentam as novidades antes. Se você acha que estimulá-las e protegê-las é responsabilidade de todos, participe da nossa campanha.

Depoimentos

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Todos os meios levam publicidade infantil para as crianças

O representante comercial Leonel José de Oliveira não vê razão para que se proíba a publicidade infantil. Segundo ele, não tem como restringir o acesso das crianças à propaganda porque, de uma forma ou outra, a informação sobre os novos produtos vai chegar a ela. Oliveira diz que o melhor caminho é se preparar para conviver com essa informação.

É importante gerar propagandas educativas para a nova geração

A analista de sistema Gilza Ferreira acredita que a publicidade infantil deve ser feita com responsabilidade e que uma proibição não tem a agregar na educação das crianças. No lugar de querer proibir, segundo ela, deve-se incentivar que mais campanhas educativas sejam realizadas para informar a nova geração. Veja o depoimento →

Proibição da publicidade infantil desrespeita a liberdade de expressão

A coordenadora de call center Lamara Alves Maciel, mãe de três filhos e avó de duas meninas, diz que deve ser respeitada a liberdade de expressão da imprensa e dos publicitários. Segundo ela, a proibição da publicidade infantil iria acabar com esse direito. Ela afirma que os pais devem ser responsáveis por cuidar do que seus filhos devem assistir ou não. Veja o depoimento →

Publicidade infantil mantém vivas as empresas que produzem e empregam

A secretária Mara Relva dos Santos diz que a publicidade não pode deixar de existir, pois ela é o marketing da empresa que precisa anunciar para sobreviver. E o controle sobre o que assistir, segundo ela, passa pelas mãos dos pais e não através da censura de uma proibição. “A propaganda é muito importante, isso tem que existir, não pode ser barrado de forma alguma”, disse a secretária. Veja o depoimento →

Proibir a publicidade é censurar o direito de expressão dos publicitários

A assistente administrativa Adriana Aparecida dos Santos é contra qualquer a proibição da publicidade infantil ou de qualquer meio de comunicação. Ela acredita que deve haver um respeito à ética dentro da publicidade, cujo código já define o que deve ou não ser veiculado. Veja o depoimento →

Pais devem educar os filhos contra o consumismo exagerado, diz administradora

A administradora Judite Franco Cavalvante é a favor de que a publicidade infantil continue sendo veiculada. Acredita que a orientação feita em casa é o melhor caminho e o mais importante é os pais estarem presentes na vida de seus filhos dizendo o que é bom ou não. Segundo ela, com uma boa base educacional em casa qualquer coisa que seja veiculada dentro do que já é permitido não terá influência negativa sobre a criança. Veja o depoimento →

Orientação dos pais é mais forte que a proibição da publicidade infantil

Para a analista de recursos humanos Valeria Cabral, a publicidade infantil não deve ser proibida pelo governo. Ela acredita que é responsabilidade dos pais cuidarem do que seu filho pode ou não assistir. Segundo a analista, a família deve orientar as crianças para distinguirem o que é bom ou ruim na publicidade que assistem, infantil ou não, e que essa orientação deve acontecer sempre. Veja o depoimento →

Crianças acessam a publicidade em diversos meios não só na televisão

A advogada Monica Heine acredita que a proibição na TV não tem nenhum efeito pois existem diversas formas de as crianças terem acesso ao que as empresas anunciam para elas. Segundo a advogada, a publicidade infantil está presente na escola, com os amigos, parentes, na rua, enfim em qualquer meio social. Ela defende que quem produz algum tipo de produto regularizado para crianças tem o direito de vendê-lo e anunciá-lo dentro das normas existentes e não se deve proibir esse direito.Veja o depoimento →

Sem a publicidade infantil, criança verá apenas propaganda adulta

A analista de crédito Katia Regina Rufino defende que é preciso ter mais programas educativos para as crianças. Ela diz que para isso é preciso que a publicidade patrocine essa programação. Segundo a analista, se a publicidade infanitl for proibida, as crianças terão acesso apenas à propaganda voltada para os adultos e isso pode ser mais prejudicial a elas. Veja o depoimento →