Além do debate sobre a publicidade infantil, o presidente da agência Leo Burnett no Brasil, Paulo Giovanni, propõe a discussão também sobre os produtos feitos para as crianças. Para ele, esse debate não pode levar a uma proibição da propaganda infantil ou qualquer outro tipo de censura à publicidade porque, na sua opinião, seria uma censura também ao jornalismo, por exemplo, uma vez que tanto jornais grandes como pequenos dependem da publicidade para poder fazer a fiscalização dos governos de forma independente.